Paulo Meira na Amparo 60

por Marcelo Soares

A partir dessa quarta-feira (04/05) até o dia 28, o artista Paulo Meira expõe a obra 15 minutos no jardim de Alice Coelho, que faz parte de sua pesquisa O Marco Amador. Serão exibidos um vídeo e uma série de fotografias, inéditos no Recife e realizados a partir de uma residência artística do Museu da Imagem e do Som de São Paulo.

15 minutos no jardim de Alice Coelho: uma mulher barbada é teletransportada para vários locais por um mágico, em um universo onde reina uma pequena galeria de personagens estranhos, como um equino autômato e uma modelo de um atirador de facas. Os elementos circenses marcam forte presença nos universos criados e habitados pelos personagens de Meira.

Serviço:

Exposição: 15 minutos no jardim de Alice Coelho

Autor: Paulo Meira
Abertura: 03 de maio de 2011 (terça-feira), às 20h
Visitação: de 4 a 28 de maio (terças as sextas, das 10 às 13h e das 14 às 19h. Sábados, das 10 às 14h)
Galeria Amparo 60 (Av. Domingos Ferreira, 92 A, Boa Viagem)
Informações: 3033.6060

Fonte: Revista Continente online

Olinda respira Arte

10ª edição do Arte em Toda Parte acontece de 2 a 12 de dezembro nas ladeiras do sítio histórico de Olinda


O evento que abre as portas dos ateliês e apresenta o trabalho de artesãos, chega à 10ª edição com o tema “Cidade dos Artistas” e tem uma programação de palestras, festas, mostras, atividades culturais e um roteiro gastronômico temático entre os dias 2 e 12 de dezembro com participação de 76 ateliês e mais de 230 artistas. O acesso é gratuito.

O tema homenageia as gerações de pais e filhos artistas que moldaram e transformaram o Sítio Histórico em um local genuíno de criatividade no mundo. Entre eles estão pintores, gravadores, escultores, desenhistas e talhadores que respiram, vivem e sobrevivem da arte ao longo do ano. “Poucos lugares no mundo têm o privilégio de ser uma cidade onde vivem famílias de artistas plásticos por mais de uma geração como é Olinda”, elogia o curador Raul Córdula.

O prefeito de Olinda, Renildo Calheiros, ressalta a importância dos artistas para o desenvolvimento cultural da cidade “Essas famílias de artistas plásticos estão entre os que ajudaram a construir com cores, texturas e os mais diversos traços, a identidade e o imaginário da cidade Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade”.

Para celebrar os seus 10 anos de história, a prefeitura de Olinda convidou o paraibano radicado em Olinda Raul Córdula para pensar a curadoria – uma novidade, já que é a primeira vez que existe uma curadoria no evento –, a partir de um olhar que perpassa a elaboração do catálogo e de uma exposição comemorativa, que vai ocupar três espaços da Cidade Alta – o salão do Mercado da Ribeira, o hall de entrada da casa de Giuseppe Baccaro e o salão da Prefeitura de Olinda, homenageando os fundadores e herdeiros da arte pernambucana.

Outra novidade do evento é o enfoque na formação, com palestras e oficinas qualificadoras somando-se às ações comemorativas. Festas e atividades paralelas também farão parte do Olinda Arte em Toda Parte. Na abertura do evento, que ocorrerá na Prefeitura, no próximo dia 02, às 19h, será feita uma homenagem a Tereza Costa Rêgo, Sérgio Rezende, Luciana Santos e João Falcão, que ajudaram a criar a iniciativa, em 2001. O evento é aberto ao público.

Onde fica?

- Mercado da Ribeira (Rua Bernardo Vieira de Melo, s/n°, Ribeira, Olinda/PE)

- Antiga sede do Ateliê Coletivo de Olinda (Rua de São Bento, 239, Varadouro, Olinda/PE)

- Prefeitura de Olinda (na Rua de São Bento, 123, Varadouro, Olinda/PE)

Arte, fotografia e genialidade

Unindo arte, fotografia e performance, Alexa Meade inova na forma de pintar

  A criatura e o criador

 A artista plástica americana Alexa Meade, de apenas 23 anos, surpreendeu o mundo virtual inovando na forma de pintar. Ao invés de usar telas planas, ela faz a arte sobre o próprio elemento retratado. Meade utiliza uma técnica própria, com tinta acrílica, o que faz com que a realidade pareça uma figura bidimensional, entre modelos e ambientes arquitetônicos.

O processo se dá através de um trabalho fotográfico prévio, medindo a luz do ambiente e do objeto retratado, pintura dos componentes com cuidado, respeitando luz, cor da pele, detalhes e expressões, além de contar com as performances dos modelos ou, se preferir, das “obras de arte”. Segundo Alexa Meade, os modelos que ela utiliza são transformados em personificações da interpretação do artista, da sua essência. “Quando vemos uma fotografia ou vemos a instalação pronta, as pessoas que estão por detrás do trabalho desaparecem eclipsadas pelas suas próprias máscaras”. 

 A coleção destes trabalhos leva ao extremo o lema “a arte imita a vida”, utilizando técnicas de trompe l’oeil, em que se constroem truques de perspectivas, criando uma ilusão óptica que mostra objetos que não existem realmente.

A artista plástica – que é formada em ciências políticas e fez parte da campanha de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos – tem sido considerada pelos críticos de arte como um gênio da pintura por quebrar os paradigmas vigentes, dada a mudança de percepção na forma como vivemos e interpretamos as relações espaciais, alimentando nosso interesse intelectual entre a percepção e a realidade.

  Obra de arte em Metrô

 

http://www.flickr.com/alexameade

Residência Artística

Após um mês de convívio, artistas expõem seus trabalhos  

O Instituto de Arte Contemporânea lança nesta quinta, 29, a exposição Deslocamentos – vivência, arte e ambiente. A exposição acontece até o dia 4 de novembro no IAC – Espaço Benfica. Participarão os artistas Mayra Martins Redin (RS), Carolina Valansi (RJ), Jean Sartierf (RN) e Aslan Cabral (PE).

A exposição é resultado do projeto Residência Artística, que juntou quatro artistas plásticos de estados diferentes por um mês em uma casa. Nesta edição, a residência ocorreu em Olinda e os artistas criaram artes visuais inspirados na interação entre Olinda e Recife, possibilitando ao público vivenciar nas obras características distintas destas duas cidades. 

O IAC fica na rua Benfica, 157, Madalena e está aberto a visitações das 9h às 12h e das 14h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira.

Com informações do Blog Projeto Brava

Acervo Fundarpe

A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco é o órgão do estado responsável pela promoção, apoio, incentivo, preservação, e difusão das identidades e produções culturais do Estado de Pernambuco. A instituição possui um valioso acervo com mais de 15 mil exemplares iconográficos, fotográficos e documentais em suas bibliotecas e museus. Confira abaixo o horário de funcionamento dos museus ligados ao órgão na Região Metropolitana e interior do Estado.

 

Museu Regional de Olinda – funciona de terça a sexta, das 9h às 13h, e nos sábados e domingos das 13h às 17h. A entrada custa R$ 1.

Museu do Estado de Pernambuco – funciona de terça a sexta, das 9h às 17h, e nos sábados e domingos, das 14h às 17h. A entrada custa R$ 2.

Museu do Barro de Caruru – funciona de terça a sábado, das 9h às 17h, e aos domingos das 9h às 13h. A entrada custa R$1.

Museu de Arte Contemporânea – PE – está funcionando de terça a sexta, das 9h às 17h. A entrada custa R$ 5.

Museu da Imagem e do som de Pernambuco – funciona temporariamente na Casa da Cultura. Visitas destinadas a pesquisadores com agendamento prévio.

Museu de Arte Sacra de Pernambuco – fechado temporariamente para reforma.

Tomie Ohtake expõe no Recife

Peças de tubo branco de ferro que saem das paredes ou do teto, que de acordo com a incidência da luz e imprimem desenhos de sombra nas superfícies do entorno. Essas são algumas das obras de arte que os visitantes do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam) verão nas próximas semanas. As esculturas fazem parte da exposição Tomie Ohtake – Pinturas, Esculturas, Gravuras.

A mostra é uma retrospectiva da carreira artística da japonesa radicada no Brasil. Traz desde as gravuras mais antigas até a atualidade, mostrando as mais recentes obras da pintora que completa 97 anos no próximo mês. Tomie nasceu na cidade de Kioto, no Japão, em 1913. Veio para o Brasil em 1936 e só começou a pintar aos 40 anos. Desde a década de 1960 sua obra está presente em diversos espaços de artes nacionais e internacionais. Já ganhou 28 prêmios e tem 27 obras públicas presentes em cidades brasileiras.

O Mamam realiza a mostra em parceria com o Instituto Tomie Oktake, de São Paulo. As visitas são gratuitas e abertas ao público. Visitas em grupo orientadas podem ser agendadas para acontecer das 9h às 17h, através do telefone: 81 3355.6870. O Mamam – Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, fica na Rua da Aurora, 265, Boa Vista.

 Com informações do site pernambuco.com

Marcelo Silveira no Centro Cultural dos Correios

A exposição “Marcelo Silveira: Três em um” traz três obras produzidas nos últimos anos por Silveira: “Rua da Usina”; “Tudo ou Nada”; e “De Natureza Viva”, esta ultima dividia em três outras partes: “Chita”, “Estante para Quatro Metros de Livros”, e o vídeo “De Natureza Viva”.

A exposição também conta com atividades culturais, como o lançamento do livro sobre a obra de Silveira e um fórum com convidados que acontece de 26 a 28 de outubro, às 19h. Na programação educativa do evento, alunos da rede pública do estado poderão conversar com o artista durante visita à exposição, aberta ao público no Centro Cultural dos Correios até o dia 31 de outubro.

 

 

Serviço:

Marcelo Silveira: três em um.

Local: Centro Cultural Correios Recife (Av. Marquês de Olinda, 262, Bairro do Recife)

Horário de Visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 18h. Sábados e domingos, das 12h às 18h.

Museu do Estado promeve o curso “Pesquisas Contemporâneas” com Carlos Mélo

PESQUISAS CONTEMPORÂNEAS
Curso com Carlos Mélo

 De natureza transdisciplinar, o curso tem o objetivo de demonstrar vários aspectos do processo criativo e como se manifestam nos mais diversos assuntos e suportes.

 Justificativa
Muitos artistas e pesquisadores necessitam de interlocução para refletir sobre o seu processo criativo, para entenderem qual “o caminho” dentro do seu interesse artístico. O curso “Pesquisas Contemporâneas” oferece este espaço de discursão e experimentação em torno das plataformas de ação na arte contemporânea, como os suportes, as técnicas e outras variantes. Sabemos que a arte contemporânea expõe uma variedade de suportes e caminhos, mas exatamente esta vastidão de possibilidades pode pulverizar o foco e alguns artistas se perdem e andam em círculos, não conseguem seguir devido as múltiplas possibilidades. Como diz Fernando Cochiaralle “todo caminho só é um caminho porque é estreito”, um caminho pode ser tudo, no caso da arte comtemporânea por exemplo, mas, para isto, é preciso entender o que é tudo e o que é nada na produção de arte atual.

 Objetivo Específico
Proporcionar ao aluno a adotar estado de reflexão e discursão em torno do seu processo e de suas possibilidades na sua produção artistica.

 Metodologia
O Curso “Pesquisas Contemporâneas”, acontece a partir de discursões abertas, tratando individualmente do processo de criação de cada aluno apartir da análise dos trabalhos produzidos em seu atelier e apresentados durante as aulas. Contribuindo para uma reflexão “coletiva” e aberta dos processos e meios de direcionamento do trabalho de cada um. Na medida em que um trabalho ou pesquisa em especial é discutida abertamente entre o grupo, já contribui para à feflexão individual dos outros participantes sobre o seu próprio trabalho, contextualizando-se. Esta técnica foi usada por mim em uma oficina promovida pela Prefeitura do Recife, onde durante seis meses acompanhei a produção de um grupo de jovens artistas, obtendo resultados positivos levando-os a um entendimento e tomada de consciênca do ser artista, de que forma se dá a criação e elaboração de uma obra de arte, seus processos e sua arquitetura sensível.

Serão abordados conteúdos profissionalizantes como: montagem de portifólio, novas mídias de inserção,  mercado nacional e internacional, circuito institucional e processos de legitimação, etc.

Além do trabalho desenvolvido em sala de aula, serão realizadas visitas aos ateliers dos alunos.

 Público Alvo | O curso é dirigido a todos que se interessam pelo processo criativo. Artistas, pesquisadores, profressores e demais interessados em experimentar novos suportes para suas ideias ou poéticas.

 Local | Museu do Estado de Pernambuco

 Carga Horária | Encontro semanal com duração de 3 horas

Investimento |  120,00 ao mês

Duração do Curso
| 6 meses

Fone
 | 31833178

Carlos Melo

 

Carlos Mélo (Brasil, 1969)

 É um artista plástico brasileiro que  investiga o lugar que o corpo ocupa no mundo. É conhecido pelas suas performances, fotografias e instalações. Sobre sua obra Moacir dos Anjos escreveu: “Aproximando imagens e palavras, o artista fez convergir, por vezes, fotografias de seu corpo em situações de interação com a paisagem e diagramas conceituais que o sugerem como matéria em fluxo, definido sempre de modo transiente e relacional. São trabalhos que buscam dissolver a materialidade do corpo nos lugares onde realiza ações – confundindo carne e espaço – e, por meio do “contorcionismo semântico” que faz, transformá-lo também em conceito”. 

 Com várias formações e pesquisas no ramo das artes e filosofia, desenvolve uma actvidade artística regular de âmbito nacional e internacional. Expõe regularmente em circuitos institucionais (entre eles Paço das Artes/São Paulo, MAMAM/RECIFE, Fundação Joaquim Nabuco/Recife, Itau Cultural/São Paulo, MAM/Salvador) e em galerias, trabalhando atualmente com a Galeria Mariana Moura/Recife e Galeria Laura Marsiaj. Foi premiado em diveros salões de arte nacionais, e em 2006 recebeu com o Prêmio CNI Marcantonio Vilaça para as artes visuais.

Rodrigo Braga na Amparo 60

Desejo Eremita é o título da nova individual do artista Rodrigo Braga, cuja abertura acontece no próximo dia 9 de setembro, na Galeria Amparo 60.  Nesta série de 17 fotografias, Braga apresenta o resultado de uma residência de imersão numa zona rural entre as pequenas cidades de Tabira e Solidão – no sertão pernambucano, a 400 km do Recife. Durante o processo, o artista se afastou das demandas da metrópole e de seu ritmo incessante, e passou a viver outra rotina, como um eremita, num novo ambiente – ligado aos aspectos mais crus e ritualísticos da natureza – que o levaram a um estado criativo mais perto dos sentidos e dos sentimentos. O resultado foi uma série, exposta completamente apenas na Pinacoteca da UFAL, em Maceió, que mantém elementos muito caros ao trabalho fotográfico do artista, privilegiando as questões autobiográficas, traduzidas por meio de relações de troca física e simbólica entre seu corpo, elementos e contextos naturais. “Estar de corpo inteiro no espaço natural é também se reconhecer nele, numa outra interpretação de nossa própria origem e fim”, explica.

Durante o ano passado, Braga esteve no sertão em dois períodos. No primeiro momento, vivenciou o período chuvoso e conviveu com uma paisagem incomum de se ver no semiárido nordestino: o do verde e da abundância. No final do ano, ele voltou, agora para conviver com o contraste da adversidade da seca. “Nos dois casos me deparei com ambientes extremamente ricos em aspectos simbólicos para meus trabalhos. Isso me deu mais elementos do que eu imaginava para a produção das imagens. Esperava uma paisagem mais desértica e monótona, mas acabei me deparando com inúmeras possibilidades. Enfim, juntei um pouco de mim e outro tanto de tudo o que me rodeava e devolvi a série de fotografias Desejo eremita, que, certamente, é desdobramento de trabalhos anteriores, tanto pelas investigações estéticas quanto pelas preocupações discursivas”, conta.

Braga apresenta o resultado de uma residência de imersão numa zona rural entre as pequenas cidades de Tabira e Solidão

Braga apresenta o resultado de uma residência de imersão numa zona rural entre as pequenas cidades de Tabira e Solidão

Além dos aspectos geográficos e ambientais daqueles lugares, outro viés não previsto inicialmente acabou por adentrar no processo: o cultural. Contudo, não aquele cultural pitoresco ou folclórico, mas, sim, o específico. Ao chegar num território totalmente desconhecido ele desenvolveu relações de conhecimento, estabelecendo confiança mútua com algumas pessoas, notadamente a família Almeida, proprietária da pousada caseira que se hospedou pela primeira vez em Tabira. Assim teve a oportunidade de adentrar na intimidade de uma rotina até então desconhecida por ele. Dos sítios e fazendas da região à dinâmica da feira de animais ou da feira livre, foi tecendo relações que, de alguma maneira, também permeiam as fotografias, sobretudo as histórias de brutal violência humana e também animal que colheu. Segundo Braga, ao rever as imagens ele percebeu que certo teor rude não é casual, e sim reflexo de uma realidade muito peculiar e por isso mesmo instigante. A série Desejo Eremita é resultado da pesquisa contemplada pela Fundação Nacional de Artes – Funarte, no Programa de Bolsas de Estímulo à Criação Artística – categoria Fotografia.

 

O ARTISTA:

 

Nascido em Manaus (AM) em 1976, é radicado em Recife (PE), onde se graduou em Artes Plásticas pela UFPE em 2002. Em 2009 recebe o Prêmio Marcantonio Vlilaça – Funarte/MinC, em 2010 o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia.

Das exposições coletivas destacam-se: Modern Photographic Expression of Brazil (Japão, 2008); Nova Arte Nova, CCBB, (Rio de Janeiro – RJ, 2008); Rumos Itaú Cultural de Artes Visuais (São Paulo, Rio de Janeiro e Belém, 2006); Vizinhos: networked art in Brazil (Áustria, 2006); O Corpo na Arte Contemporânea Brasileira, Itaú Cultural (São Paulo, 2005); Photomeetings Luxemburg (Luxemburgo, 2005); Projéteis de Arte Contemporânea, Funarte (Rio de Janeiro, 2005); Arte Pará (Belém, 2002 e 2006). Principais individuais: In Flanders Fields Museum (Bélgica, 2010); Fundação Joaquim Nabuco – Fundaj (Recife, 2007); Museu da UFPA (Belém, 2007); Itaú Cultural (São Paulo, 2006); Galeria Marcantonio Vilaça do Santander Cultural (Recife, 2006); Galeria Clairefontaine (Luxemburgo, 2005); Galeria Susini (França, 2005). Seu trabalho vem sendo representado em feiras de arte, como: SP ARTE (São Paulo, 2010, 2009, 2008); ARCO’08 e ARCO’06, (Espanha, 2008, 2006); Paris Photo, (França, 2005); Art Cologne (Alemanha, 2005); D-Foto (Espanha, 2005). Possui trabalhos em acervos particulares e institucionais no Brasil e exterior, a exemplo do MAM-SP, Coleção Gilberto Chateubriand MAM-RJ e Maison Européene de La Photographie – Paris.

SERVIÇO:
Desejo Eremita – Rodrigo Braga
Abertura 9 de setembro de 2010, às 20h
Bate-papo com o artista às 20:30h
Visitação de 10 de setembro a 2 de outubro
Terças às sextas, das 10 às 13h e das 14 às 19h
Sábados das 10 às 14h
Galeria Amparo 60
Av. Domingos Ferreira, 92 A
Boa Viagem, Recife – PE
+55 81 3033.6060
www.galeriaamparo60.com.br
www.rodrigobraga.com.br

Fundaj realiza ciclo de conferências com a teórica francesa Anne Cauquelin

A Fundação Joaquim Nabuco, em parceria com o Museu Brasileiro da Escultura, Fundação Cidade do Recife e IBRAM, promove a 2ª edição do Projeto Pensando o Contemporâneo com a teórica francesa Anne Cauquelin. Intitulado Pensar a Arte: Mundos alternados e álibis, o ciclo de conferências ocorre entre os dias 17 e 19 de agosto, das 19h às 22h, na sala Aloísio Magalhães, no Derby, Recife.

<b>17.08 </b>- Como falar sobre arte hoje em dia? Crítica, história, teoria. Uma estética ainda é possível? Algumas propostas e pontos de referência entre práticas e reelaborações (reformulações)

<b>18.08 </b>- Pensar a Arte Contemporânea – Critérios heterotópicos, palavras de ordem
implícitas, deslocamento, vazio, retirada (ausências, desvios) / Supressão (apagamento, destruição). A era da exposição.

<b>19.08 </b>- Utopias e álibis: um outro mundo? Internet, espaço/tempo livre, uma invenção inacabada, utopia concreta, decepção como arte.

Anne Cauquelin é professora emérita de Filosofia da Universidade de Picardia.  Dirige a Nouvelle Revue d´Esthétique (Nova Revista de Estética). É vice-presidente da Sociedade Francesa de Estética. Membro de comitês editoriais de diversas revistas. Tem publicado no Brasil seus livros Arte Contemporânea: uma introdução, Teorias da Arte, A Invenção da Paisagem e Frequentar os Incorporais: contribuição a uma teoria da arte.

O ciclo de conferências será em inglês com tradução simultânea para o português.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo telefone: 81 3073 6660
e pelos e-mails cadif@fundaj.gov.br, moriza.costa@fundaj.gov.br.