V Cultura Festival

Começa hoje, na Livraria Cultura do Recife, o V Cultura Festival. O evento marca o início das atividades do curso de Produção Fonográfica neste 2010. A realização é da própria livraria, a partir deste ano com o apoio da AESO/Barros Melo, que destacou bandas, professores e parceiros do curso de Produção para compor as atividades.

Vale a pena conferir!!

Do site da Barros Melo

As Faculdades Integradas Barros Melo (AESO), através do curso de Produção Fonográfica, em parceria com a Livraria Cultura, realizam, de 21 a 24/01, um festival de música que promete agitar a penúltima semana de férias. Rock, soul, jazz, música instrumental , eletrônica e muita arte estão à disposição do público, no auditório da Livraria, a partir do dia 21/01.O evento é gratuito e os interessados podem contribuir levando 1kg de alimento não perecível que será doado para projetos sociais apoiados pela Livraria Cultura.

Esta é a primeira atividade produzida pelo curso de Produção Fonográfica em 2010, em um ano promissor que vai trazer muitos eventos sobre a cadeia produtiva da música para a faculdade, de acordo com Gustavo Almeida, coordenador do curso. A programação inclui os shows do grupo Mamelungos e o do Trio Pepê que abrem o Festival com MPB e música instrumental, respectivamente. A sexta-feira, 22/01, é do Rock! O grupo Digaragem sobe ao palco com o melhor do pop rock, seguido do show da banda Voyuer , com uma mistura de rock e música eletrônica.

Na tarde do sábado, 23/01, uma discotecagem de vinil, no centro da loja, com o Dj Murilo França, relembra os clássicos da música mundial. À noite,a Eletrosoul reafirma o gosto dos recifenses por soul e jazz de boa qualidade. Depois deles, Ciano, flautista do quinteto violado, mostra para a platéia um show regional, de raízes nordestinas , trazidas pelo grupo Cheiro no Cangote.Para fechar a programação, apresentam-se as bandas “a outra letra q” e Terceira Edição, grupo que tem tomado conta da cena musical de Pernambuco e do país.

Além dos shows, nos dias 21, 22 e 23, o público também pode assistir as palestras, de renomados especialistas, sobre tecnologia musical e relações contratuais de bandas e artistas.

Confira a programação:

Dia 21, quinta-feira:
17h30: Palestra com Iuri Freiberger – Novos recursos de pós-produção digital em música
18h30: Trio Pepê – Instrumental de cordas
19h30: Banda Os Mamelungos – MPB

Dia 22, sexta-feira:
17h30: Palestra com Clayton Soares – Relações contratuais dos músicos
18h30: Banda Digaragem – Pop Rock
19h30: Banda Voyeur – Rock / eletrônica

Dia 23, sábado:
15h: Discotecagem de vinil no centro da loja – Dj Murilo França – Clássicos da música mundial
16h: Palestra com Bruno Nogueira – Música na Internet
17h: Banda Eletrosoul – Jazz
18h: Cheiro no cangote – Regional

Dia 24, domingo:
17h: Banda “a outra letra q” – Rock autoral
18h: Banda Terceira Edição – Show de Encerramento do Festival

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Cobertura FMB 2009

Investimentos no mercado cultural

 Na noite de sexta-feira (11/12), o Ministro da Cultura, Juca Ferreira, concedeu entrevista coletiva na Feira Música Brasil 2009. Ele ressaltou a importância de tornar a cultura um elemento presente na vida dos brasileiros. O Ministro afirmou que apesar da grande produção de filmes e espetáculos no Brasil, a maioria da população ainda não tem acesso a esse tipo de produto, sendo papel do Estado criar as condições necessárias de inclusão, como por exemplo, o Vale Cultura – proposta de política pública voltada para o consumo cultural. De acordo com Ferreira, as pessoas são prisioneiras da TV aberta, uma das formas mais acessíveis de diversão e informação. “É preciso universalizar a cultura”, completou. Ele ainda anunciou a criação do Fundo Setorial da Música, um investimento direto de R$ 820 milhões na cadeia produtiva musical, financiando desde festivais até a viabilização de downloads remunerados.

O setor da música é responsável por 5% do PIB e também 6% dos empregos formais do país. Segundo o Ministro, a economia cultural é importantíssima, mas nunca foi tratada com o devido mérito. Por isso serão criados, também, o Fundo do Acesso e Diversidades, Fundo do Patrimônio e Memória, Fundo das Artes Cênicas, Fundo das Artes Visuais e Fundo do Audiovisual. Essas criações antecipam a reforma da Lei Rouanet, que prevê o fortalecimento e a modernização dos fomentos de incentivo à arte no Brasil, promovendo não só a ação, mas também o acesso aos recursos.

Por Ravi Soares

FMB – 3° dia

Visitantes 2
Banda Visitantes
 Melodias para todos os gostos

 O terceiro dia de gravação no Estúdio Ao Vivo AESO começou com a banda paulista Visitantes. O grupo, composto por Fábio Cardelli, Sabão e Tika, gravou a música “Back off your head”.  O trabalho apresentado tem forte influência do movimento tropicalista, o que, aliás, é a marca da banda. “Nosso estilo é o ‘rock tropical’. Gostamos muito do som dos Mutantes, os acordes do grupo estão presentes em nossas composições, disse Cardelli. Ele ainda destacou a iniciativa da Barros Melo: “Não pensamos na possibilidade de encontrar, durante a FMB,  um estúdio a disposição dos músicos e muito menos que poderíamos sair daqui com uma música pronta para ser trabalhada. Ponto para a Instituição”.

 A segunda gravação do dia foi a do grupo Abayomi. A banda, de Felipe Ferraz (voz), Raí (bateria) e Vinícius (baixo), trouxe para o Estúdio Barros Melo os acordes do reggae, ritmo jamaicano difundido por Bob Marley. “Não fique aí parado” foi a canção tocada.

 Hugo Meira, aluno do curso de publicidade da AESO-Barros Melo, foi o terceiro a cantar. Influenciado pela MPB, pelo Jazz e o R&B, Hugo tocou, no clássico estilo “um banquinho e um violão”, a composição autoral “Como foi capaz”. No final levou para casa o CD com a música gravada.

 A tarde foi também dos ritmos regionais. Mestre Luiz Paixão chegou com a zabumba, o pandeiro e a rabeca para mostrar o ritmo presente no Cavalo Marinho: manifestação nordestina, ligada a cultura canavieira, que apresenta música vocal, instrumental, dança, poesia, máscaras e fantasias. Ao lado do Mestre Luiz tocaram Mina (voz e pandeiro), Do (zabumba), Sidrack (voz e percussão fina), e Walter (voz e percussão) – a apresentação contou com a participação especial do músico Pepê. Os integrantes do Cavalo Marinho saíram do Estúdio levando duas canções gravadas pelo Produtor Léo D. e equipe.

 A Trindade Dub, grupo composto por Marcos, Erick e Raí, cantou  “Boa Vista também tem”, mais um trabalho autoral inspirado no reggae roots jamaicano. Foi a quinta gravação do dia. Os garotos da banda ficaram bem satisfeitos com o resultado do trabalho.

 As atividades do Estúdio, em 11/12, foram encerradas com a apresentação da banda Rock Star. O grupo, com três integrantes, gravou a canção “Fama e Fortuna”. De acordo com o vocalista, a performance da banda é influenciada pelo estilo Space Rock, gênero musical dominado por sintetizadores e uso experimental de guitarra. Amanhã (12/12) as gravações seguem no último dia de atividades no Estúdio Ao Vivo Barros Melo.

Por Daniela Peregrino 

Foto: Daniel Guedes

FMB – 2º Dia

Spock (saxofone), Marco César (bandolim); Lucas (pandeiro); Pepê (cavaquinho); Bozó (violão)

Spock (saxofone), Marco César (bandolim); Lucas (pandeiro); Pepê (cavaquinho); Bozó (violão).

Acordes musicais no Paço

Material de divulgação não será mais um problema para a banda Digaragem. Com três anos de história, o grupo possui 12 músicas próprias, mas tinha dificuldade em apresentar o trabalho para produtores por falta de um CD com as composições da banda. Agora, essa realidade vai mudar. Primeira banda a gravar no Estúdio Ao Vivo AESO nessa quinta-feira (10), ação desenvolvida pelo curso de Produção Fonográfica na Feira Música Brasil 2009, a Digaragem gravou duas de suas músicas, “O importante da TV” e “4 da manhã”, e já saiu do Estúdio com o CD na mão.

“As músicas que a gente tem disponível no Myspace não têm qualidade nenhuma e isso dificultava na hora de correr atrás de show. Nós sempre tivemos vontade de gravar numa estrutura como essa que o Estúdio está oferecendo. Com a qualidade dessas músicas que gravamos poderemos divulgar melhor o nosso trabalho”, comenta Deco Neves, vocalista e baixista da banda. O músico, que também é aluno do curso de Produção Fonográfica da AESO, garante: “Essas músicas estarão no nosso Myspace ainda hoje”.

Outra banda contemplada pela iniciativa da AESO Barros Melo foi a olindense Saracotia. Rafael Marques (bandolim de 10 cordas), Rodrigo Samico (violão de 7 cordas), e Márcio Silva (bateria) compõem o projeto instrumental na ativa desde 2008. Os instrumentistas gravaram a música “Em cima do muro”.

Músicos experientes também deram uma conferida e gravaram no Estúdio Ao Vivo AESO. A banda Marco César Tribo, que conta com um time formado por músicos de primeira linha como o professor do curso de Produção Fonográfica, Marco César (bandolim), o aluno Pepê (violão) e Lucas dos Prazeres (percussão), gravou as músicas “Maracatu Dedilhado”, de Nilton Rangel, e “Triunfando”, um xote de Marco César e João Lira. Apesar das mais de 200 músicas próprias, o grupo ainda não tem registro musical. Aliás, não tinha.

O instrumentista Pepê, que acompanha  Antônio Nóbrega e Renata Rosa, observa que o Estúdio Ao Vivo AESO, além de dá oportunidade para músicos gravarem com um equipamento de qualidade, ainda propicia o envolvimento dos grupos e do público em geral com o processo técnico que envolve uma gravação.

No último horário de gravação no Estúdio, presenciado por uma platéia cada vez mais numerosa, os músicos da Marco César Tribo receberam o saxofonista Spock e o violonista Bozó para gravar um outro projeto, o Chorando em Pé. Na preparação para a gravação, o público pôde conferir o talento de músicos impecáveis, que deram um show de improviso. Spock elogiou o trabalho da equipe de gravação e comentou a importância da iniciativa da AESO. “Mesmo nós, músicos já experientes, nem sempre temos a oportunidade de entrar em um estúdio para gravar. Se para gente é assim, imagina para uma banda que está começando agora. Essa é uma iniciativa digna de medalha”, brincou o saxofonista.

Spock não deixa de ter razão. Não é todo dia que bandas independentes da cidade se deparam com a oportunidade de gravar em um estúdio com equipamento de qualidade e uma equipe profissional. Portanto, músicos de plantão, não percam tempo e corram para o Estúdio Ao Vivo AESO e garantam a gravação de suas bandas também. Amanhã tem mais música no Paço.

Por Lenne Ferreira

Foto: Daniel Guedes

FMB – 1º Dia

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Montagem do Estúdio Ao Vivo Barros Melo que funcionará a partir de amanhã no Paço Alfândega

AESO marca presença no início da FMB 2009

Marcando presença no primeiro dia da Feira Música Brasil 2009 (FMB), o curso de Produção Fonográfica da AESO-Barros Melo já concluiu a montagem do Estúdio Ao Vivo Barros Melo. A estrutura, que está localizada no primeiro andar do Shopping Paço Alfândega, começa a funcionar a partir das 11h desta quinta-feira (10).

 As bandas podem se inscrever, gratuitamente, no Estúdio durante o evento. Cada grupo poderá gravar uma música, de preferência autoral, e ainda concorrerá a prêmios no encerramento das gravações, que acontece dia 12. A iniciativa conta com o apoio do Estúdio Mr. Mouse, Estúdio 1, Gig e do Paço Alfândega.

No Terminal Marítimo do Marco Zero, local onde acontecerão as rodadas de negócios e os painéis, o estande da Barros Melo também já foi montado. Os visitantes poderão conferir, às 18h, performances acústicas de alunos, professores e artistas convidados.  Para dar uma força aos talentos musicais da AESO, o quiosque com venda de CDs das bandas dos alunos da faculdade já se encontra instalado na Torre Malakof e permanecerá lá até o final do evento.

É isso aí. Agora é só se preparar para conferir tudo que a Feira de Música Brasil tem para oferecer. A AESO está fazendo sua parte para o evento ficar ainda mais completo.  

Por Lenne Ferreira

Foto: Fernanda Mafra

AESO Barros Melo na Feira Música Brasil 2009

O curso de Produção Fonográfica das Faculdades Integradas Barros Melo está participando ativamente da Feira Música Brasil 2009. O evento, que ocorre de 9 a 13 de dezembro no Recife Antigo, reúne interessados em música de vários lugares do Brasil e do mundo.

Além de dezenas de shows gratuitos para o público, a feira traz ao Recife várias palestras, oficinas, debates, e rodadas de negócios na área de produção cultural ligada à música.

A AESO-Barros Melo marca presença com diversas ações institucionais. No pavilhão da feira (Terminal Marítimo do Marco Zero) haverá um estande da faculdade com exibição de clipes produzidos por alunos e professores, mini-shows acústicos também de alunos e professores, além de ser um ponto de encontro de interessados em produção fonográfica e cultural em geral.

O curso de Produção Fonográfica montou também o Estúdio Ao Vivo Barros Melo, no shopping Paço Alfândega, para gravações de sessões de áudio e vídeo de artistas que se inscreverem no local. Os músicos terão à disposição os produtores Leo D., Sérgio Kyrillos e William Paiva, além do prof. Iuri Freiberger, que também é o idealizador do Estúdio. Lembrando que a inscrição é gratuita.

Já na Torre Malakoff, a AESO está com parceria com o Coquetel Molotov e a Conexão Vivo, oferecendo uma programação off feira bastante eclética.

Completando as ações da faculdade, alguns professores do curso de Produção Fonográfica vão ministrar palestras e oficinas.

A partir de hoje este FonoBlog estará bastante movimentado, com várias atualizações  feitas pelos alunos e professores que estão cobrindo o maior evento de negócios da música na América Latina. Mas não é só aqui no FonoBlog que as novidades estarão circulando, os novos canais de difusão do curso de Produção Fonográfica já estão no ar pelo twitter (@fonogramapf) e orkut Vale a pena ficar conectado!

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Alunos de Produção Fonográfica faturam o Festival de Vídeo de PE são de Produção Fonográfica

Os clipes “A Sorte”, da Volver e “Os Dois Lados da Ponte do Pina” , da The Playboys, dirigidos pelos alunos do 4º período Leonardo Domingues (Leo D.) e Filipe Novais, faturaram, respectivamente, 1º e 2º lugares no 11º Festival de Vídeo de PE.

Parabéns, Leo e Filipe!!

Confira aqui o resultado final completo.

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Produção Fonográfica da AESO no Festival de Vídeo de Pernambuco

Do site da Barros Melo

O Festival de Vídeo de Pernambuco, realizado pela Fundarpe, é uma das principais janelas de exibição da produção independente local e tem a tradição de revelar novos talentos. Na décima primeira edição do evento, que acontece de 30/11 a 02/12, no Teatro do Parque, serão exibidas três produções realizadas por alunos das Faculdades Integradas Barros Melo.

Os videoclipes “Os dois lados da ponte do Pina”” música da banda The Playboys, dirigido por Filipe Novais e “De galho em galho” da banda Mamelungos, dirigido por Weré Lima e Lucas Maia foram produzidos sob orientação do professor Pedro Severien durante a disciplina Audiovisual II, do curso de Produção Fonográfica.

O festival ainda exibe “A Sorte” videoclipe produzido pelo Estúdio de Animação Barros Melo, para a banda Volver. A direção do clipe foi feita por Leonardo Domingues, também aluno do curso de Produção Fonográfica. “A Sorte” e “Os dois lados da ponte do Pina” tem exibição marcada para o dia 30/11 a partir das 19h. Já “De galho em galho” será exibido no dia 01/12 no mesmo horário.

Clique aqui para conferir a programação completa do XI Festival de Vídeo de Pernambuco

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1º Festival Fonograma da Casa – Som a Pino

Do site da Barros Melo

As Faculdades Integradas Barros Melo (AESO), através do curso de Produção Fonográfica da instituição, abrem as portas para mais um evento da plataforma Fonograma. Agora é a vez do rock ser celebrado. O som toma conta do pátio da Barros Melo, neste 20 de novembro (sexta-feira), a partir das 11h, no 1º Festival Fonograma da Casa – Som a Pino. O evento é gratuito e aberto ao público.

Sobem ao palco: Vamoz, Johnny Hooker & Candeias Rock City – banda vencedora do Microfonia 2008 – Ex-Exus, Chambaril, Diablo Motor e Amp.

O projeto Fonograma da Casa tem a proposta de servir de palco para apresentações de músicos/grupos que tenham, no mínimo, um aluno da Barros Melo como integrante. “O objetivo é possibilitar a prática de atividades de produção de shows aos alunos do curso de Produção Fonográfica e, ainda, fomentar a formação de novas plateias”, comenta Gustavo Almeida, coordenador do curso e co-idealizador do evento, juntamente com o professor Iuri Freiberger.

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Quem faz download ilegal gasta mais com música…

Da revista Rolling Stone BR
As pessoas com hábito de baixar faixas ilegalmente na internet são, ao mesmo tempo, as que mais gastam para adquirir música. É o que diz um estudo britânico divulgado pelo jornal The Independent.

Segundo a Ipsos Mori, empresa especializada em pesquisas, os adeptos da pirataria desembolsam cerca de £ 77 (R$ 220) anuais para produtos da indústria fonográfica – £ 33 (R$ 94) a mais do que quem alega nunca ter adquirido indevidamente download protegido por direitos autorais.

A conclusão vai em contrapartida à tese de que a pirataria é o grande algoz da indústria musical, e num momento crucial para a questão: Lorde Peter Mandelson, secretário de Negócios britânico, anunciou recentemente que, a partir de abril, o governo britânico enviará cartas de alerta para infratores; em 2011, se não houver baixa de 70% no download de conteúdo ilegal, provedores poderão ser forçados a cortar a internet de quem persistir.

Em um ano, cerca de sete milhões de cidadãos no Reino Unido baixam música ilegalmente. A ação representa um golpe de £ 200 milhões (US$ 573 mi) para o mercado, segundo a Indústria Fonográfica Britânica. Recentemente, artistas como Lily Allen, Noel Gallagher e James Blunt se alinharam às companhias para combater a pirataria.

“A última abordagem do governo não vai ajudar a curar uma indústria doente”, afirmou Peter Bradwell, da organização Demos, que comissionou o estudo realizado pela Ipsos Mori. “Políticos e companhias musicais precisam reconhecer que a natureza do consumo de música mudou, e consumidores estão exigindo preços mais baixos e acessos mais fáceis.” Atualmente, os shows fornecem quase 75% do faturamento dos 35 artistas mais bem remunerados do mundo, sendo que a venda de álbuns só participa de 10% do valor total.

A pesquisa, que abrangeu 1000 usuários de internet, entre 16 e 50 anos, descobriu que uma entre 10 pessoas admitem baixar música, ainda que o ato fuja ao encontro da lei. Número tímido em comparação ao levantamento divulgado, no começo do ano, pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica. De acordo com a entidade, 95% das músicas conseguidas pela internet são de origem ilegal.

Mark Mulligan, da Forrester Research, lança nova luz sobre a questão: “As pessoas que trocam arquivos são aqueles interessadas em música. Elas estão usando o compartilhamento como mecanismo de descoberta. Temos uma geração de jovens que não tem conceito de música como uma commodity paga”.

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