Numa data não tão lembrada, mas importante e discutível, os alunos do 5º período decidiram repercutir, de forma breve, sobre a desigualdade racial no Brasil.
Aprendemos em classe que é importante para um repórter/produtor de tv viver a cidade, a fim de que as pautas/reportagens sejam mais naturais, fazendo com que as pessoas se identifiquem com a situação. Esse foi mais um detalhe que ajudou a equipe a produzir esta nota coberta sobre os buracos numa rua da Vila Popular, em Olinda. Antes dos desvios feitos para o término da construção do Viaduto do Complexo de Salgadinho - obra do Governo de Pernambuco - a via era bem asfaltada. Contudo, a intensidade do tráfego de carros, ônibus e caminhões acabou prejudicando a vida de quem mora e/ou passa pelo local, que é caminho usado para chegar às Faculdades Integradas Barros Melo (AESO).
Veja aqui o vídeo produzido pelos alunos do 5º período!
Por meio de uma nota, via Twitter, a @Pref_Olinda disse que “o problema foi causado porque a via foi utilizada como desvio durante as obras do viaduto, realizadas pelo Governo do Estado. No entanto, a PMO informa que, em breve, a via será recapeada.”
por Marcelo Soares
As Propostas de Emendas Constitucionais (PECs) 033/2009 e 386/2009, relativas à obrigatoriedade do diploma de jornalista, estão numa Petição Pública virtual, lançada pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), representada por sua diretoria, e pelo Grupo de Trabalho (GT) Coordenação Nacional da Campanha do Diploma, com o objetivo de que haja sua aprovação. “A exigência de formação acadêmica em Jornalismo para exercício da profissão de jornalista, garante uma comunicação com mais ética e maior qualidade”, defende o Sindicato dos Jornalistas do Estado de Pernambuco (SINJOPE).
Para assinar a Petição Pública é fácil e rápido. Basta acessar: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N8603, e seguir o passo a passo. O site é autoexplicativo. Após a confirmação cada pessoa é convidada a pedir apoio de pessoas à petição. A intenção é que haja um engajamento de cada profissional para convocar familiares, amigos, vizinhos, etc.
Outra forma de participar dessa mobilização é enviar e-mails, com texto impessoal, identificando-se enquanto eleitor, para todos (as) os (as) deputados (as) federais e senadores (as). (Contatos no final desta nota). A perspectiva é que a PEC do Senado (033/2009) vá para votação nesta quarta, 04 de maio.
Sem a obrigatoriedade do diploma, os sindicatos não conseguem selar Acordos Coletivos de Trabalho (ACTs) e Convenções Coletivas de Trabalho (CCTs) e garantir reajustes salariais expressivos.
Senadores por Pernambuco:
jarbasvas.vasconcelos@senador.gov.br
armando.monteiro@senador.gov.br
humberto.costa@senador.gov.br
Deputadas(os) federais por Pernambuco:
dep.anaarrais@camara.gov.br
dep.andersonferreira@camara.gov.br
dep.augustocoutinho@camara.gov.br
dep.brunoaraujo@camara.gov.br
dep.carloseduardocadoca@camara.gov.br
dep.vilalba@canara.gov.br
dep.eduardodafonte@camara.gov.br
dep.pastoreurico@camara.gov.br
dep.fernandoferro@camara.gov.br
dep.gonzagapatriota@camara.gov.br
dep.inocenciooliveira@camara.gov.br
dep.joaopaulolima@camara.gov.br
dep.jorgecortereal@camara.gov.br
dep.josechaves@camara.gov.br
dep.mendoncafilho@camara.gov.br
dep.lucianasantos@camara.gov.br
dep.paulorubemsantiago@camara.gov.br
dep.pedroeugenio@camara.gov.br
dep.rauhenry@camara.gov.br
dep.robertoteixeira@camara.gov.br
dep.sergioguerra@camara.gov.br
dep.silviocosta@camara.gov.br
dep.wolneyqueiroz@camra.gov.br

Pesquisa e texto: Carolina Fonsêca, Luma Lima e Patrícia Felix
A imprensa do mundo inteiro está literalmente ligada no casamento do príncipe William com Kate Middleton, que acontecerá nesta sexta-feira, dia 29 de abril, em Londres. Oito mil jornalistas foram credenciados para trabalhar na cobertura de tudo o que acontecer na Inglaterra antes, durante e depois do grande evento.
O casamento com cara de reality show será o mais visto da história. William e Kate deverão ser assistidos por cerca de dois bilhões de telespectadores. Além de TV, rádio, jornais impressos e revistas, a internet e as redes sociais, protagonistas do século quando se trata de informação inovadora e rápida, também estão entre os meios de ficar por dentro de tudo que acontecerá no “Casamento Real”.
A família real britânica e o grande evento contam com site, Twitter e canal no youtube oficiais. As emissoras brasileiras, assim como muitas ao redor do mundo, têm correspondentes em Londres e deslocaram também enviados especiais para a ocasião. Canais da TV aberta e paga transmitirão o casamento do século. A Globo News preparou uma semana de especiais sobre o casamento. GNT, Discovery Channel, Rede Globo, SBT, E!, e diversos outros canais também prepararam matérias sobre variados assuntos relacionados ao casamento do príncipe com a plebéia.
O Yahoo, por exemplo, criou um livro de mensagens para que os internautas possam escrever mensagens aos noivos. Não faltarão formas de assistir e interagir com o casamento do príncipe William com Kate Middleton. Seja pela televisão, ouvindo no rádio, acompanhando no Twitter ou até mesmo assistindo pelo youtube, o mundo inteiro terá oportunidade de vivenciar o “Casamento do Século”.
A troca de alianças do século e algumas curiosidades
Para que os súditos possam aproveitar cada minuto do dia da cerimônia, a Rainha Elizabeth decretou feriado nacional.
Entre os casos bizarros de pessoas que fazem e fizeram de tudo para estar mais próximo do casal no dia da boda, está o de uma adolescente mexicana que conseguiu dinheiro para viajar até Londres depois de uma greve de fome. Outro é o de um britânico, “fã” da família real, que acampou desde a última segunda-feira, dia 25, em frente à Abadia de Westminster, local onde os noivos dirão o tão esperado sim.
No Reino Unido, a indústria de sósias segue bem movimentada. Em entrevista à jornalista Fernanda Calgaro, Susan Scott, dona de uma das maiores agências de modelos sósias, conta que, desde o anúncio do noivado real, a grande procura é por “Williams e Kates”. Ela só reclama de uma coisa: o baixo número de sócias do William. São 41 sócias de Kate, para apenas 3 do príncipe.
O enlace também movimenta apostas em Londres. Os apostadores tentam adivinhar, por exemplo, quem será o primeiro a chorar na cerimônia. Outra grande aposta é sobre o vestido, cujo estilista é uma das informações mais bem-guardadas do casamento. O palpite vai da brasileira Daniela Helayel, autora do vestido que Kate usou no noivado, à Victoria Beckham, que recentemente lançou sua própria marca.
Apesar do mistério, alguns detalhes da cerimônia e da festa já foram revelados. O casamento contará com a presença de 1.900 convidados. Porém, apenas 600 participarão da recepção no Palácio de Buckingham. Entre os convidados da Cerimônia estão a família Beckham, Elton John e “Mr. Bean”. Há rumores de que o presente de casamento dos Beckhams será um pingente feito pelo joalheiro baiano Carlos Rodeiro. Mas os convidados poderão também fazer doações a 26 entidades.
O noivo escolheu o irmão, Príncipe Harry, como padrinho e a irmã de Kate, Philippa, será a dama de honra da cerimônia. Alguns detalhes do bolo foram revelados. Uma das camadas será do bolo preferido de William, que leva biscoito de chocolate, receita secreta da família real. O casamento teve a cerveja cortada do cardápio pelo próprio noivo, que julgou ser inapropriado servir a bebida na presença de sua avó, a rainha Elizabeth. A noite de núpcias do casal será no Palácio de Buckingham.
Fontes: G1, R7, Terra, pernambuco.com, officialroyalwedding2011.org.

Chico Carlos
Em visita à Barros Melo, a convite dos alunos da disciplina de Técnicas de Entrevista e Reportagem, Chico Carlos conversou com o terceiro período do curso de Jornalismo de forma descontraída sobre temas que cercam o universo jornalístico
Texto e entrevista: Carlos Silvio e Maria Renata Monteiro / Foto: Marcelo Soares
Francisco Carlos Albuquerque do Nascimento é jornalista profissional há trinta anos, assessor de imprensa do Sindicato dos Médicos de Pernambuco e da CUT e, atualmente, também é Diretor Vice- Presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado de Pernambuco. Chico Carlos, como é conhecido no meio jornalístico, começou sua carreira em um jornalzinho de bairro, passando, algum tempo depois, a escrever para jornais empresariais. Trabalhou na Rádio Tamandaré e na Rádio Jornal, onde atuou como chefe de jornalismo por oito anos. Na primeira edição da Folha de Pernambuco, fez de tudo um pouco, de economia a internacional, até que virou sindicalista.
Nesta entrevista, Chico Carlos fala sobre o fazer jornalístico, o trabalho no sindicato, ética, credibilidade, Conselho Federal dos Jornalistas, meia entrada e diploma. Exprime seu ponto de vista e dá uma verdadeira aula de jornalismo que, na sua opinião, é um trabalho árduo, contínuo e permanente.
Quais as prioridades da atual gestão quanto aos problemas do sindicato?
Nós estamos há oito meses na gestão do sindicato e o encontramos numa situação delicada por causa da falta de credibilidade. Nós temos muitos desafios pela frente e a nossa prioridade é a reforma da sede, porque ela é o nosso cartão de visitas. Já temos um projeto arquitetônico, vamos construir um primeiro andar e fazer com que o sindicato volte a ser o que era. Ele era palco de grandes entrevistas. Era lá que os políticos lançavam suas candidaturas. O sindicato era, sem dúvida, o centro das atenções. Estamos também fazendo convênios com cursos de línguas, parcerias com outras entidades, remodelando o nosso site. Enfim, estamos trabalhando para abrir mais o sindicato, para torná-lo mais viável para os jornalistas.
Na sua opinião, como as tecnologias da comunicação e informação digitais influenciam na formação do fazer jornalístico atual?
Acredito que o uso das novas tecnologias só tem a acrescentar ao fazer jornalístico. Com ferramentas como o Twitter, o Facebook e os blogs, por exemplo, os jornalistas ganham mais versatilidade. Mas é importante não deixar de ter postura. Ser responsável por aquilo que se publica. Isso porque quando você passa uma informação através de mídias sociais, muita gente se pauta por você. Portanto, não se pode abrir mão da transparência e da verdade. Eu acho que o jornalista tem que acompanhar esse ritmo porque senão, na minha visão, ele fica à beira do caminho.
“Jornalismo é uma missão. É um trabalho árduo, contínuo e permanente.”
Mas você não acha que o jornalista perde credibilidade ao utilizar ferramentas digitais como o Twitter, por exemplo?
Credibilidade se conquista. Se você tem um blog onde emite a sua opinião sempre se preocupando em reportar os fatos como eles são, como eles estão acontecendo, você passa a formar opinião. E formando opinião você ganha credibilidade. Como se ganha essa credibilidade? No dia a dia. Mas se você publicar fatos que não são verdadeiros ou só porque quer tirar “onda” com a cara de alguém, se você mente, se você distorce a verdade, aí você não ganha credibilidade. É preciso se pautar dentro de um raciocínio lógico, dentro de um senso e sempre se posicionar com clareza. Agindo assim, acho que você só tem a ganhar usando bem essas ferramentas. A internet pode ser usada para o bem ou para o mal, depende do conteúdo. E normalmente as pessoas que a usam para o mal quebram a cara.
Há quase cinquenta anos o debate sobre o Conselho Federal de Jornalismo é realizado e um número significativo de jornalistas de todo o país se posiciona contra a sua criação. Em Pernambuco, o projeto de lei que daria direito à meia entrada aos jornalistas do estado gerou tanta polêmica entre os próprios profissionais, que o governador Eduardo Campos suspendeu seu envio para a Assembleia Legislativa. Qual o motivo de toda essa rejeição por parte dos jornalistas?
Muitas vezes as pessoas distorcem o que é dito. Não procuram ouvir. Ninguém procurou o sindicato para discutir questões que foram colocadas a respeito da meia entrada. Os colegas de profissão muitas vezes fazem juízo de valor sem nos escutar. A nossa Presidente foi escrachada publicamente, inclusive no blog da Folha de São Paulo, que disse que ela iria ficar na porta dos espetáculos para ganhar 50% do lucro. Infelizmente uma parte dos jornalistas é manipulada. Essa questão do Conselho Federal é lamentável. Setores mais conservadores e alguns profissionais mais antigos foram contra a sua criação por questões de teor puramente político, que foi o mesmo que aconteceu com a meia entrada.
Qual a sua posição em relação à não obrigatoriedade do diploma de jornalismo?
Queremos regulamentar novamente a profissão de jornalista, trazendo de volta a obrigatoriedade do diploma, porque ele sempre foi a nossa bandeira. No momento, nós estamos com duas PECs (Proposta de Emenda à Constituição), uma na Câmara Federal e outra no Senado e esse ano será decisivo para nós. Nossos três senadores já manifestaram interesse em votar a favor da nossa PEC. É muito importante que ela seja aprovada para que se repare o absurdo que aconteceu no STF (Supremo Tribunal Federal) através do Gilmar Mendes, também por interesse das grandes empresas de comunicação. Mas vamos continuar lutando para resgatar a autoestima dos jornalistas que foi tirada após este episódio.
“Defendo a liberdade, defendo a justiça e defendo, principalmente, a preservação da fonte.”
Há algumas semanas, o repórter João Valadares do Jornal do Commércio foi pressionado a revelar quem havia lhe passado as informações de uma série de denúncias sobre a falta de equipamentos no Corpo de Bombeiros. Mas o repórter se recusou a revelar sua fonte. Na sua opinião, a atitude do jornalista foi correta?
Eu estou a favor de João Valadares. A fonte tem que ser preservada. Na minha opinião, a liberdade tem que ser ampla, e você tem sempre que resguardar a fonte. A fonte é tudo o que você tem. O João foi pressionado, intimidado mas disse que não ia revelar a sua fonte. Ele passou informações verdadeiras e é isso o que importa. A imprensa tem o compromisso de denunciar. Eu defendo a liberdade, defendo a justiça e defendo, principalmente, a preservação da fonte, pois, sem ela não vamos a lugar algum.
O Instituto Cervantes promove palestras sobre jornalismo espanhol

Meios de comunicação e prática jornalística na Espanha são o tema do Seminário de Jornalismo que o Instituto Cervantes do Recife promove nos próximos dias 25 e 26 de novembro das 8h30 às 11h, na sede do Instituto, no Derby.
Durante os dois dias 5 jornalistas irão compor a mesa com diferentes abordagens. As inscrições são limitadas e podem ser feitas na secretaria do Instituto. O valor a ser pago é de R$ 20,00 e os participantes receberão certificado.
O Instituto Cervantes fica na Av. Governador Agamenon Magalhães, 4535 – Derby, Recife/PE
Programação:
Jornalismo de Agência – EFE na América Latina
Jaime Ortega Carrascal
Diretor da Agência EFE no Brasil (Rio de Janeiro). Graduado em Jornalismo pela Universidad Externado de Colômbia – 1990, Bogotá – trabalhou em Bogotá como jornalista, em São Paulo e Rio de Janeiro como correspondente pela Agência EFE e hoje exerce cargo de liderança na mesma.
Os meios de comunicação na Espanha
María del Carmen Batres Rodríguez
Conselheira de Informação (Imprensa e Comunicação) na Embaixada da Espanha em Brasília desde 2007. Durante mais de 10 anos, atuou em cargos relacionados com o Porta-voz do Governo e a Secretaria de Estado de Comunicação. Desenvolveu um trabalho intenso no âmbito da comunicação em Administração Pública espanhola e internacional, adquirindo ampla experiência em gestões internacionais, sendo responsável pela cobertura informativa.
Qual é o papel dos correspondentes e enviados especiais em um mundo onde a informação circula na velocidade da luz?
Francho Baron
Colaborador permanente do jornal El País e da emissora de rádio Cadena Ser no Brasil. Graduado em Jornalismo pela Universidad Pontifícia de Salamanca, mestre em Relações Internacionais pela Universidade Sorbonne de Paris. Também é correspondente no Brasil da Televisa (México) e colaborador habitual da RFI (Radio France Internacional). Enviado especial a diferentes países, inclusive Estados Unidos, em coberturas de grande repercussão, como: terremoto no Haiti, liberação de Ingrid Betancourt na Colômbia, renúncia de Fidel Castro, diversos processos eleitorais.
Repórter e produtor de reportagens, notícias e documentais para televisão.
Diferenças entre a cobertura online e a cobertura convencional
Luis Tejero
Correspondente do jornal El Mundo no Rio de Janeiro, já trabalhou no ELMUNDO.es e na redação internacional do El Mundo (2003 a 2010). Especializado em Relações Internacionais e Campanhas Eleitorais.
Literatura e Jornalismo
Paula Izquierdo
Escritora, psicóloga e colaboradora habitual do jornal ABC. Já piblicou mais de oito livros (novelas e ensaios) em grandes editoras espanholas como Anagrama, Plaza e Janés. Atualmente também colabora no caderno de cultura do jornal ABC, na revista Texturas e é professora da Escola Contemporânea de Humanidades.
O Twitter pode ganhar nova ferramenta
Por Raquel Freitas

Não basta participar da legião das redes sociais, é preciso cultivar em frases com no máximo 140 caracteres a audiência de um público vívido por informações curtas e prazerosas, caso contrário o número de seguidores podem se reduzir a pó. Os habitantes da twittesfera, denominação do público ao planeta virtual Twitter, querem ser reconhecidos pelas frases que postam, sendo a retwittada – quando alguém gosta do que foi postado e reescreve dando o crédito ao criador da frase – o ápice da aprovação do público seguidor. Parece que esse controle vai
ficar ainda mais fácil. Segundo o Blog Mashable, o Twitter lançará uma ferramenta capaz de permitir ao habitante do mundo virtual a controlar os tweets para que não sejam perdidos seguidores, garantindo assim novos adeptos. Não há previsão para a utilização da ferramenta, algumas pessoas já foram convidadas a utilizar o recurso, que será gratuito.
Mais informações: http://blogs.estadao.com.br/rodrigo-martins/
Nesta edição o prêmio abre espaço para estudantes
As inscrições para a 3ª edição do Prêmio Porto Digital de Jornalismo foram prorrogadas até o dia 10 de dezembro. O tema deste ano é “Inovar para crescer: a contribuição da tecnologia da informação para o desenvolvimento econômico e social de Pernambuco”. Podem se inscrever jornalistas e estudantes de jornalismo, enviando seus trabalhos para o site http://www.premio.portodigital.org. A participação dos estudantes nesta edição é uma novidade.
A premiação para jornalistas é de R$ 5 mil para os trabalhos produzidos entre 20 de outubro de 2009 e 10 de dezembro de 2010, veiculados em jornais, revistas, rádios, tv’s e internet de Pernambuco. Já para os estudantes a premiação é de R$ 2,5 mil e podem se inscrever com monografias e trabalhos de conclusão de curso que tenham sido concluídos há, no máximo, dois anos.
O Prêmio Porto Digital de Jornalismo é uma ação conjunta entre o Núcleo de Gestão do Porto Digital e o Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco, com o apoio do Governo do Estado, Assespro e da Softex Recife.
Com informações do Sinjo-PE
Livros empoeirados dividindo espaço com e-books, um paradoxo na 4ª edição do polo tecnológico da Fliporto
Aportando em Olinda, a Feira Literária Internacional de Pernambuco, a Fliporto, que ocorre de 12 a 15 de novembro, homenageia na sua sexta edição a escritora Clarice Lispector e ganha um ar mais tecnológico com a quarta edição da Fliporto Digital, que tem como objetivo divulgar e valorizar obras literárias e escritores virtuais. Segundo a coordenadora do evento Claudia Cordeiro, a Fliporto Digital se distingue por trazer a tecnologia atrelada à comunicação e à arte literária.
Além de fazer a transmissão ao vivo, em vídeo, da programação do congresso literário da Fliporto, ainda haverá conferências com a participação do cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R), Silvio Meira que falará sobre Mídia Social. O escritor e membro da Academia de Letras do DF, Antônio Miranda, discute Direitos Autorais e Internet. A jornalista Sílvia Valadares também participa das palestras expondo problemáticas e benefícios da relação entre jornalismo e internet.
A abertura acontece nesta sexta, 12, com a inauguração da exposição virtual e interativa “Olinda, Traços do Passado, Cores do Presente”. No cardápio da programação, oficinas ministradas por Lídia Freitas e Izabel Grizzi, diretoras do setor técnico da Microsoft em Pernambuco, sobre Web 2.0. As oficinas são direcionadas para escritores virtuais que desejam editar e comercializar seus e-books e para aqueles que se interessam por edição de vídeos.
Local: Biblioteca Pública de Olinda | Av. Liberdade, 100 – Praça do Carmo Olinda – PE
NO HORÁRIO COMERCIAL
• Exposições digitais interativas: 1. “Olinda, traços do passado, cores do presente” – baseada no livro de Edvaldo Arlego. Fotos de Marcus Prado. HP Touch – Projeção em telão. | 2. E-books: Os cem melhores do TOC140; Clarice Lispector, uma geografia fundadora, de Antônio Campos, e Pernambuco, Terra da Poesia, de Antônio Campos e Cláudia Cordeiro.
• Disponibilização do MIX leitor d – no estande da Mix Tecnologia.
• E-books (Bluetooth) para download.
• Em dois monitores LCD o visitante terá: 1. retransmissão pela Internet de todas as palestras da programação literária; 2. exibição das edições vencedoras 2007 – 2008 – 2009 – 2010 do Prêmio Internacional Poesia ao Vídeo.
PROGRAMAÇÃO
Dia 12 de novembro
11:30h
Abertura- Inauguração do espaço: exposição virtual interativa OLINDA TRAÇOS DO PASSADO, CORES DO PRESENTE, por Antônio Campos. Participação Antônio Miranda, Edvaldo Arlego, Marcus Prado, Cláudia Cordeiro e demais convidados.
12 às 13:45h
SILVIO MEIRA – Mídia Social – Mediador: Antônio Miranda – Participação: Antonio Campos, Diego Melo, Izabel Grizzi
Dia 13 de novembro
13h45 às 14h30
SÍLVIA VALADARES – Jornalismo e Internet – Mediador: ANTÔNIO MIRANDA – Participação: Eduardo Oliveira e Delasnieve Daspet.
15h às 15h50
EDUARDO MENDES – Impacto do Livro Digital no Universo do Livro – Mediador: Antônio Miranda. Participação: Eduardo Oliveira.
Dia 14 de novembro
12h30 às 13h30
DIEGO MELO: Mix Leitor D: – Mediador: ANTÔNIO MIRANDA – Participação de ANTÔNIO CAMPOS
13h30 às 14h30
EDUARDO OLIVEIRA – MICBOOK – Apresentador: Antônio Miranda. Apresentação do MIC Pernambuco e do MICBOOK – ferramenta desenvolvida pelo MIC Pernambuco com o intuito de democratizar o acesso dos escritores a serviços de publicação online e disponibilização de seus livros através dos meios digitais, permitindo também a comercialização dos mesmos.
Dia 15 de novembro
13h30 às 14h30
ANTÔNIO MIRANDA – Direitos autorais e Internet – Participação: DELASNIEVE DASPET – Interação com o público.
ENCERRAMENTO
A partir das 15h
LANÇAMENTO : “OS CEM MELHORES DO TOC140″ – Carpe Diem e Editora Fliporto.
ENTREGA DOS PRÊMIOS: Prêmio Maximiano Campos de Literatura ; 4º Prêmio Internacional Poesia ao Vídeo ; TOC 140 – Literatura no Twitter
Apresentador: Antônio Miranda. Participação: ANTÔNIO CAMPOS, EDUARDO CÔRTES, IZABEL GRIZZI, EDUARDO OLIVEIRA, CLÁUDIA CORDEIRO.
OFICINAS: Entrega simbólica de certificados com a participação de todos os inscritos
Encerramento: PALAVRAS DE ANTÔNIO CAMPOS
Por Raquel Freitas
Estão abertas as inscrições para a 2a edição do concurso Folha Memória, promovido pela Folha de S. Paulo. A ideia do concurso é incentivar trabalhos científicos voltados para a investigação de fenômenos de qualquer época do jornalismo no Brasil.
Os projetos de pesquisa devem seguir o rigor acadêmico e resultar num texto de interesse geral e caráter jornalístico. Os candidatos devem ter ensino superior ou estar cursando a gradução. Os trabalhos inscritos serão selecionados por duas bancas diferentes, que devem escolher os três melhores projetos.
Os escolhidos receberão uma bolsa no valor de R$ 2,4 mil durante os seis meses de orientação. A fase final irá selecionar um único projeto, o autor ganhará um laptop.
Os interessados poderão acessar o regulamento e se inscrever através do site até o dia 17 de dezembro.