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{Design Gráfico} 10.04.2017

Dois alunos da AESO-Barros Melo lançam HQ na Comic Con Recife

O evento acontece no dia 16 de abril, no Centro de Convenções de Pernambuco

A Comic-Con é a principal feira de cultura pop das Américas, referência para profissionais e amadores atuantes nos quadrinhos, séries de TV, videogames e cinema. Com programação robusta e nomes de destaque nacional e internacional, a edição da feira no Nordeste, a Comic Con Experience (CCXP), acontece entre os dias 13 e 16 de abril. Estar presente nesse evento é um grande passo para os profissionais da área, como Roger Vieira, estudante de Design das Faculdades Integradas Barros Melo, e Felipe Soares, estudante de Cinema e Audiovisual, que vão lançar os HQs: “Não tenho uma arma” e "Contos Malditos".

 “O livro é um roteiro que eu venho escrevendo há um tempo e então pensei em desenhar essa história. Porém não me sinto ainda preparado para desenhar  a história principal. Logo, pensei de fazer alguma coisa menor nesse mundo” comenta o estudante de Design. Dessa forma nasceu o HQ “Não tenho uma arma”, que ao longo de 54 páginas conta a história desafiadora de uma família que fugiu da sua cidade natal e extremamente violenta, para viver em um tanque de guerra no meio da floresta. Com um traço mais seco e orgânico, Roger teve como inspiração as obras de David Beal, Katsuhiro Otomo, Júlio Cortasar e Christopher Blain.

 

Natural de Olinda, Roger trabalha com quadrinhos e ilustrações desde 2010. Em todo o seu trajeto, o aluno já atuou no mercado nacional e internacional, como no Grayhen Comics (EUA), exposição em Salões e Humor (SP). Atualmente é cartunista na Folha de Pernambuco e publica quadrinhos autorais na internet. Ao iniciar os trabalhos no jornal, a necessidade de uma graduação surgiu. Para Roger a faculdade serve para aprender várias coisas diferentes, utilizando outras esferas do Design que trabalhava. Ao ser questionado quanto a sua opção de cursar na AESO, sua justificativa é de que ao garimpar os melhores nomes de faculdades que disponibilizassem a graduação, a AESO estava no primeiro lugar.

No caso de Felipe Soares, a inspiração para os contos que compõe a sua obra foi o gênero terror. “Achei que seria um desafio colocar isso no quadrinho. Também estudo cinema e gosto de filmes que têm plot twist. O que me move a fazer quadrinhos de terror é o final inusitado, a reviravolta", ressalta. A estréia de se dá através de adaptações de narrativas que surgiram no canal de Youtube Segredos Malditos, que é composto de áudio-dramas de terror, feito por Felipe em parceria com amigos.

Contendo dois contos, o primeiro "A primeira é 'Passageiro', retrata a história de uma mulher que tem dupla jornada, trabalha como caixa em um mercado e faz faculdade à noite. “Ela está de saco cheio da rotina. Até que surge uma oportunidade dela sair desse cotidiano. É quando coisas estranhas acontecem", detalha o autor. O segundo é 'Ciço e a botija de ouro', baseado em texto de Bruno Antônio. O enredo gira em tordo de um caboclo velho que tem um sonho em que existe uma botija de ouro num casario abandonado. “No sonho se ele cavar bem fundo, sem olhar para trás, consegue essa botija. Se olhar, perde. Ele acaba pegando a pá e cava e enquanto isso assombrações aparecem para tentar seduzi-lo", explica. 
 
O caminho de Felipe pelos quadrinhos foi iniciado de um jeito familiar, com os famosos quadrinhos de Maurício de Souza. Desde então, as HQ’s tornaram-se a sua paixão. "Sou ilustrador e animador, só que meu sonho de criança era ser quadrinista. Sempre quis desenhar quadrinhos. Vendo a oportunidade da CCXP, vi a necessidade de ter um material legal e realizar meu sonho", ressalta.

 

Contendo dois contos, o primeiro "A primeira é 'Passageiro'", retrata a história de uma mulher que tem dupla jornada, trabalha como caixa em um mercado e faz faculdade à noite. “Ela está de saco cheio da rotina. Até que surge uma oportunidade dela sair desse cotidiano. É quando coisas estranhas acontecem", detalha o autor. O segundo é 'Ciço e a botija de ouro', baseado em texto de Bruno Antônio. O enredo gira em tordo de um caboclo velho que tem um sonho em que existe uma botija de ouro num casario abandonado. “No sonho se ele cavar bem fundo, sem olhar para trás, consegue essa botija. Se olhar, perde. Ele acaba pegando a pá e cava e enquanto isso assombrações aparecem para tentar seduzi-lo", explica.  

O caminho de Felipe pelos quadrinhos foi iniciado de um jeito familiar, com os famosos quadrinhos de Maurício de Souza. Desde então, as HQ’s tornaram-se a sua paixão. "Sou ilustrador e animador, só que meu sonho de criança era ser quadrinista. Sempre quis desenhar quadrinhos. Vendo a oportunidade da CCXP, vi a necessidade de ter um material legal e realizar meu sonho", ressalta.

 

ComicCon

Em 1968, na Inglaterra, aconteceu o primeiro evento da Comicon. Era um encontro de fãs de quadrinhos, para que pudessem compartilhar as suas paixões. Com a grande popularidade que se deu a partir de outras mídias e vertentes da ficção, o encontro teve seu ápice nos anos 2000, onde foram incorporados também os amantes de desenhos animados, cinema, séries de TV, jogos eletrônicos e outras atividades da cultura pop. Atualmente, os maiores eventos acontecem em San Diego, Nova Tork e Salt Lake City, todas nos Estados Unidos. Nessa indústria de entretenimento são reunidos grandes artistas, produtores e empresas do segmento. A CCXP Comic Con Experience – edição do Brasil - já se firmou como a maior da América Latina e a terceira maior das Américas, atrás apenas dos Estados Unidos.

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