AESO - Faculdades Integradas Barros Melo

Foto: Divulgação/Facebook

Aluna de Produção Fonográfica lança álbum no Soundcloud


Produção Fonográfica
outubro. 09, 2015

Garimpo, de Sofia Freire, tem 12 faixas

Garimpo: substantivo masculino, que tem como significado explorar minerais preciosos, como ouro e diamante. Para Sofia Freire, aluna do segundo período de Produção Fonográfica da Aeso-Barros Melo, a palavra deu vida ao seu primeiro álbum de estúdio. Com 12 faixas, o disco tem como conceito transformar poemas em músicas. O lançamento da obra está previsto para 09/10, às 19h, em seu perfil oficial no SoundCloud. Ouça: 
Em uma breve conversa, Sofia contou para nós sobre o álbum, influências, inspirações e os próximos projetos. Confira:
Aeso – Quanto tempo levou para finalizar o Garimpo?
Sofia - Tudo começou quando eu ganhei uma seletiva lançada pelo selo Joinha Records, o novas jóias, há três anos. Tenho trabalhado nele desde então.
Aeso - Qual a sonoridade do álbum?
Sofia - Minhas músicas são meio difíceis de rotular, tem gente que diz que é pop, trip-hop... É basicamente uma mistura de música erudita com música eletrônica.
Aeso – Qual é a história do Garimpo?
Sofia - Tudo começou mesmo quando eu ganhei à seletiva e comecei a compor mais pra produzir o disco. E aí eu peguei um livro de poesias escrito pelo meu pai, Wilson Freire, no ano de 1981 e transformei um dos poemas em música. Foi quando eu comecei a garimpar poesias para virarem músicas, e daí veio a ideia de colocar o nome do disco de Garimpo.
Aeso - Que artista te inspirou enquanto você estava produzindo o Garimpo?
Sofia - Em três anos a gente escuta muita coisa, nossos gostos mudam, nossas influências mudam, mas eu sempre tive na cabeça uma artista em especial, a Bjork. Claro que estou bem longe de chegar aos pés dela, mas ela foi o motivo pelo qual eu optei trabalhar com música e espero um dia conseguir fazer um trabalho tão bonito quanto o dela.
Aeso – Tem alguma canção ou álbum de Bjork que te ajudou na construção do Garimpo?
Sofia - O Vespertine e o Biophilia são os meus preferidos, mas não acho que tenha tido uma música em especial, são tantas. Ela é maravilhosa.
Aeso – Das 12 faixas, qual delas exprime a ideia do Garimpo?
Sofia - Ao juntar todas as músicas eu percebi que elas tinham algo de especial em comum e que deram as características temáticas principais do cd: a efemeridade da nossa existência, o "carpe diem", a alegria e a tristeza que tanto parecem se contrapor, mas que para o sonhador, inevitavelmente sempre andam de mãos dadas pois uma não existe sem a outra… Portanto, somos todos garimpeiros, extraímos do que nos é duro os sentimentos mais puros e que tornam nossas vidas mais valiosas. Então eu não diria que uma música só exprime uma ideia, mas é o conjunto de músicas que fez com que o sentido do Garimpo se ampliasse.
Aeso – Você já está pensando em um novo álbum?
Sofia - Eu pretendo, sim, lançar outro trabalho, e tenho várias músicas que não entraram no Garimpo que estão na gaveta para serem aproveitadas para meus futuros trabalhos.
Aeso - Por último, Sofia, como o curso de produção fonográfica da Aeso tem ajudado na sua profissão?
Sofia - O curso abriu mais a minha visão sobre o mercado fonográfico, aprendi a gerenciar melhor minha própria carreira, além da parte técnica que é muito importante também.

Garimpo: substantivo masculino, que tem como significado explorar minerais preciosos, como ouro e diamante. Para Sofia Freire, aluna do segundo período de Produção Fonográfica da Aeso-Barros Melo, a palavra deu vida ao seu primeiro álbum de estúdio. Com 12 faixas, o disco tem como conceito transformar poemas em músicas. O lançamento da obra está previsto para 09/10, às 19h, em seu perfil oficial no SoundCloud. Ouça o álbum aqui. Em uma breve conversa, Sofia contou para nós sobre o álbum, influências, inspirações e os próximos projetos. Confira:

Aeso – Quanto tempo levou para finalizar o Garimpo?

Sofia - Tudo começou quando eu ganhei uma seletiva lançada pelo selo Joinha Records, o novas jóias, há três anos. Tenho trabalhado nele desde então.

Aeso - Qual a sonoridade do álbum?

Sofia - Minhas músicas são meio difíceis de rotular, tem gente que diz que é pop, trip-hop... É basicamente uma mistura de música erudita com música eletrônica.

Aeso – Qual é a história do Garimpo?

Sofia - Tudo começou mesmo quando eu ganhei à seletiva e comecei a compor mais pra produzir o disco. E aí eu peguei um livro de poesias escrito pelo meu pai, Wilson Freire, no ano de 1981 e transformei um dos poemas em música. Foi quando eu comecei a garimpar poesias para virarem músicas, e daí veio a ideia de colocar o nome do disco de Garimpo.

Aeso - Que artista te inspirou enquanto você estava produzindo o Garimpo?

Sofia - Em três anos a gente escuta muita coisa, nossos gostos mudam, nossas influências mudam, mas eu sempre tive na cabeça uma artista em especial, a Bjork. Claro que estou bem longe de chegar aos pés dela, mas ela foi o motivo pelo qual eu optei trabalhar com música e espero um dia conseguir fazer um trabalho tão bonito quanto o dela.

Aeso – Tem alguma canção ou álbum de Bjork que te ajudou na construção do Garimpo?

Sofia - O Vespertine e o Biophilia são os meus preferidos, mas não acho que tenha tido uma música em especial, são tantas. Ela é maravilhosa.


Aeso – Das 12 faixas, qual delas exprime a ideia do Garimpo?

Sofia - Ao juntar todas as músicas eu percebi que elas tinham algo de especial em comum e que deram as características temáticas principais do cd: a efemeridade da nossa existência, o "carpe diem", a alegria e a tristeza que tanto parecem se contrapor, mas que para o sonhador, inevitavelmente sempre andam de mãos dadas pois uma não existe sem a outra… Portanto, somos todos garimpeiros, extraímos do que nos é duro os sentimentos mais puros e que tornam nossas vidas mais valiosas. Então eu não diria que uma música só exprime uma ideia, mas é o conjunto de músicas que fez com que o sentido do Garimpo se ampliasse.

Aeso – Você já está pensando em um novo álbum?

Sofia - Eu pretendo, sim, lançar outro trabalho, e tenho várias músicas que não entraram no Garimpo que estão na gaveta para serem aproveitadas para meus futuros trabalhos.

Aeso - Por último, Sofia, como o curso de produção fonográfica da Aeso tem ajudado na sua profissão?

Sofia - O curso abriu mais a minha visão sobre o mercado fonográfico, aprendi a gerenciar melhor minha própria carreira, além da parte técnica que é muito importante também.

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