AESO-Barros Melo debate Trabalho Escravo no Brasil


Curso de Direito - Olinda
setembro. 01, 2017

A faculdade recebe o Procurador do Trabalho, Tiago Muniz Cavalcanti

O Programa Escravo, nem Pensar!, coordenado pela ONG Repórter Brasil, revela que de 1995 até 2016, mais de 52 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas a de escravidão no país. Tradicionalmente,  esse tipo de mão de obra é empregada em atividades econômicas, desenvolvidas na zona rural, como a pecuária, a produção de carvão e os cultivos de cana-de-açúcar, soja e algodão. Nos últimos anos, essa situação também tem sido verificada em centros urbanos, especialmente na indústria têxtil, construção civil e mercado do sexo. Ainda há registros de escravidão em vários estados brasileiros. Para discutir o tema, as Faculdades Integradas Barros Melo, em parceria com o Curso de Direito, promovem a palestra "Trabalho Escravo no Brasil: combate e desafios", na próxima segunda-feira, 4 de setembro, às 14h, no Cineteatro da faculdade. O evento é gratuito e aberto ao público.

No comando do debate está o Procurador do Trabalho e coordenador nacional de erradicação do trabalho escravo (Conaete), Tiago Muniz Cavalcanti. “Vamos apresentar ao corpo discente como funciona e se organiza o Ministério Público do Trabalho, bem como suas funções e ações, especialmente no combate ao trabalho escravo”, comenta o professor Carlo Cosentino.

Serviço
“Trabalho Escravo no Brasil: combate e desafios”
Data: 04 de setembro
Horário: 14h
Local: Cineteatro AESO-Barros Melo (Av. Transamazônica, 405, Jardim Brasil II, Olinda)

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