Egressa de fotografia lança documentário sobre a cirandeira Dulce Baracho


Fotografia
julho. 09, 2021

Projeto recebeu incentivo da Lei Aldir Blanc e contou com suporte de outro ex-aluno da UNIAESO

Ivaneide Silva trabalha com fotografia social desde 1998. Em 2020, após quatro anos de graduação, se tornou Bacharel em Fotografia pela UNIAESO. O objetivo dela com a formação era aprimorar o talento e reforçar o pertencimento ao mercado. Pelos últimos acontecimentos, deu certo. A vivência universitária abriu um mundo de possibilidades para a fotógrafa de 42 anos.

Este ano, em meio à pandemia da Covid-19, Ivaneide lançou o documentário “DULCE BARACHO – A Filha da Ciranda” em seu canal no Youtube. O curta-metragem foi contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc, em Pernambuco, e mostra a trajetória de Dulce Baracho, uma das filhas do rei da ciranda, mestre Baracho. Junto com sua irmã, Severina Baracho, e a grandiosa Lia de Itamaracá, ela eternizou na sua voz grandes clássicos do ritmo popular brasileiro. O filme pode ser conferido neste link.

“Durante as aulas na UNIAESO, o professor André Aquino havia nos orientado sobre a elaboração de propostas para editais e isso foi fundamental para que, nesta oportunidade da Lei Aldir Blanc, o projeto tenha sido aprovado. Tive a honra de estudar com grandes professores, como André, Mateus Sá, Milena Travassos, que, nas disciplinas, me deram suporte para conhecer as técnicas para um bom documentário e também para a elaboração de projetos culturais”, comenta.

Para a produção, Ivaneide contou com a parceria do cineasta Agnaldo Lourenço, também formado pela UNIAESO. Unidos na vida e na arte (ambos são de Vicência, município da Zona da Mata do estado), sempre trabalharam juntos com fotografias e filmes de casamentos, aniversários. A sintonia foi levada também para o projeto do curta-metragem. 

“Na pandemia, nós, que vivemos de eventos, precisamos parar. O auxílio da Lei Aldir Blanc do Estado de Pernambuco surgiu como um grande suporte. Minha mestra, a cirandeira Dulce Baracho, foi indicada pelos próprios organizadores por também ter sido contemplada pela referida lei. Sempre muito solícita, dona Dulce nos recebeu em sua casa e nos contou sua trajetória de vida na ciranda”, conta.

Segundo a fotógrafa, o conhecimento acadêmico auxiliou na elaboração do roteiro, direção das cenas, dentre outros aspectos do documentário. “Definimos que queríamos mostrar a trajetória de nossa mestra, origens, descendência e como ela consegue manter vivo o legado do pai o Rei da Ciranda, Antônio Baracho. Este trabalho ratificou o quão rica é nossa gente, nossa cultura”, conclui.

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